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Sobre a Livraria Imprensa Oficial

 

Desde a sua criação em 1891, a Imprensa Oficial tem registrado com transparência os atos da administração pública. Nesses mais de 120 anos de atividade, sua produção tem contribuido direta e indiretamente para a preservação da própria história do estado de São Paulo e do Brasil.

A área editorial da empresa produz, desde a década de 1970, edições fac-similares de livros e publicações especiais associadas a organismos do Governo Estadual. Porém, de lá pra cá, muitas mudanças marcam a expansão dessa atividade. Durante a década de 1990, ganharam ênfase as parcerias com as principais editoras universitárias do país, além de instituições culturais sem fins lucrativos.

Mais recentemente, em 2003, com a criação de sua própria editora, a publicação de livros passou a ser uma atividade com núcleo próprio. Fortaleceu-se a ideia de uma linha editorial com perfil definido, além da qualificação das coedições.

A Imprensa Oficial passou a cobrir lacunas do mercado editorial que nem sempre podem ser atendidas pelo setor privado. A preservação de nossa memória cultural e também seu resgate foi uma de suas metas, evitando-se perder documentos, registros, iconografias indispensáveis à construção de nossa identidade. A Coleção Aplauso, que reúne importante acervo documental sobre as artes cênicas no Brasil, é exemplo e resposta a esse objetivo.

As parcerias com editoras universitárias foram consolidadas, e o apuro editorial e gráfico de nossas edições, reconhecido.

Os 47 Jabutis, entre outros prêmios conquistados, confirmam essa competência.

Em 2007, Resmungos, de Ferreira Gullar, conquistou o Prêmio de Melhor Livro de Ficção do ano, ortogado pela instituição mais importante do gênero no país, a Câmara Brasileira do Livro (CBL). Levou ainda o 1o prêmio na categoria Crônicas e Contos. No mesmo ano, Passagens, de Walter Benjamin, recebeu o prêmio na categoria Melhor Tradução, e Bilac, o jornalista, organizado por Antonio Dimas, professor de Literatura Brasileira, o prêmio na categoria Teoria/Crítica Literária, em parcerias, respectivamente com a Edufmg, Edusp e Unicamp.

Em 2008 também a Coleção Aplauso foi premiada pela CBL na categoria Biografia, com o livro Raul Cortez; “Noticiário Geral da Photografi a Paulistana: 1839 – 1990 “, de Paulo Cezar Alves Goulart e Ricardo Mendes, em parceria com o Centro Cultural São Paulo obteve o 1o prêmio na categoria Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes.

No ano de 2009, Monteiro Lobato – Livro a livro, obra de Marisa Lajolo e João Luís Ceccantini, Imprensa Oficial e Editora UNESP, conquistou o Livro do Ano, gênero não ficção, além do Prêmio Jabuti na categoria Teoria/Crítica literária. Cadernos de Desenho, de Tarsila do Amaral, ficou em 3º lugar na categoria Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes.

Em 2010, na Categoria Ciências Humanas, o 2o prêmio foi para A luta pela anistia, editado em parceria com a Editora Unesp e Arquivo Público do Estado de São Paulo.

Tudo isso evidencia o acerto dos critérios editoriais adotados pela Imprensa Oficial, que por determinação de seu estatuto, prioriza a relevância histórica, artística, cultural e social de seus projetos.

Sem deixar-se restringir ao âmbito de publicações oficiais ou submeter-se a imperativos comerciais, o reconhecimento até aqui obtido, deve-se à sua determinada busca de excelência. E o êxito na avaliação do conjunto de suas edições a coloca entre as principais editoras do país.

E sua Livraria Virtual visa facilitar o acesso a todo este acervo.

 





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